Liderança

A inteligência emocional como uma das ferramentas chave dos gestores de recursos humanos

A gestão de conflitos é um desafio diário para os gestores de recursos humanos, mas pode ser contornada com as ferramentas necessárias, sobretudo recorrendo à Inteligência Emocional, que pode ajudar a criar um ambiente de trabalho e relações de trabalho positivas.

Kerrie Fleming, Diretora do Ashridge Leadership Research Centre, defendeu recentemente que “os profissionais de recursos humanos e os gestores devem ser emocionalmente inteligentes de forma a lidarem com os problemas, a liderarem pelo exemplo, a tomarem iniciativa e a desenvolverem novas relações com todos os envolvidos no negócio”.

Mas mais do que isso, a Inteligência Emocional é uma ferramenta que pode ajudar a resolver os problemas de motivação no seio das organizações, inspirando melhores performances por parte dos trabalhadores.

Existem vários especialistas na área da Inteligência Emocional e a maioria defende sobretudo a consciencialização para o ‘Eu’ e para o ‘Outro’ como forma de ser emocionalmente inteligente.

Daniel Goleman, acredita que existem quatro competências cruciais para se conseguir ser emocionalmente inteligente e que, por norma, determinam o sucesso, ou não, nas relações que estabelecemos com os outros:

  • Auto-conhecimento;
  • Gestão das emoções;
  • Empatia;
  • Competências sociais.

Como explica Daniel Goleman, quanto mais se desenvolvem estas quatro competências, melhores serão as relações com os outros, nomeadamente no local de trabalho. Goleman defende também que o que distingue um líder emocionalmente inteligente dos outros é que estes entendem a influência das suas ações, das suas palavras e dos seus estados emocionais naqueles que lideram.

Saiba como controlar e gerir as emoções para ganhar eficácia profissional na formação da IFE Inteligência emocional.