Formação

Formação 3D é a próxima grande revolução

Tecnologia 3D é a próxima grande revolução da formação

Se pensava que o e-learning era a próxima grande tendência, pode estar enganado. A indústria da formação está a explodir e para além de ações de formação virtuais, microlearning e estratégias como gamification, a próxima grande revolução do setor pode ser a tecnologia 3D.

Longe vão os tempos em que as formações de oito horas, dentro de uma sala a ouvir um formador com um ar sapiente, eram a norma. As ‘palestras’ acabaram. As pedagogias tradicionais precisam de disrupção e existem já muitas empresas no mercado a adotar estratégias para conseguir isso mesmo: formação com teatro; cozinhar enquanto se desenvolvem novas competências; e jogar para treinar novos conceitos.

Para além disso, atualmente, a experiência dos formandos é o que realmente importa. Sair dos limites da própria organização para conhecer novas realidades ou conhecer pessoas que desempenham as mesmas funções, mas de forma diferente, é hoje considerado um aspeto fundamental para enriquecer as abordagens formativas.

E de acordo com um artigo recentemente publicado no website eLearning Industry, a próxima grande revolução será a formação 3D. A evolução da tecnologia, com o nascimento de cada vez mais soluções de realidade aumentada e realidade virtual, permitirá criar produtos de formação realmente inovadores.

Para além de ajudar a potenciar o trabalho em equipa, estas ferramentas podem permitir trabalhar novas competências, incentivando os formandos a colocar em prática aquilo que acabaram de aprender.

A tecnologia 3D permite também ‘misturar’ os conteúdos formativos no contexto real das organizações, permitindo visualizar e experienciar situações que podem de facto acontecer no dia-a-dia.

De resto, e tendo em conta que hoje em dia a experiência do formando é o mais importante, a tecnologia 3D pode tornar as formações mais divertidas, podendo relacionar-se de forma muito fácil com outra grande tendência na área da formação: a gamification. No fundo, estas tecnologias vão permitir ter formandos mais motivados e envolvidos naquilo que estão a aprender, o que em última análise só pode potenciar os objetivos da formação.