Cultura

Felicidade é o ponto de partida para maior produtividade

Felicidade no trabalho é ponto de partida para maior produtividade

Quer um local de trabalho mais produtivo? Experimente um pouco de felicidade. Quem o diz é o mais recente estudo da consultora JLL – Workplace powered by Human Experience.

Qualquer organização tem hoje que lidar com diversas complexidades no local de trabalho: várias gerações a trabalharem lado a lado, criar uma cultura organizacional que permita atrair novos talentos, promover a inovação, impulsionar a performance financeira e criar um ambiente de trabalho bom o suficiente para que os atuais colaboradores desejem ficar durante muito tempo.

O estudo da consultora mostra que para 70% dos colaboradores a nível global a felicidade no local de trabalho é o melhor ingrediente para uma experiência de trabalho única. Para além disso 90% dos inquiridos nos EUA acham que ter um Chief Happiness Officer, uma pessoa 100% dedicada ao bem-estar dos colaboradores, é uma boa ideia que todas as empresas deviam implementar. 60% dos inquiridos revelam ainda que querem sentir-se mais envolvidos no seu local de trabalho.

Mas afinal como é que se consegue criar um ambiente de trabalho mais feliz para ter uma equipa mais produtiva?

Balanço

Esta tem sido, provavelmente, a palavra mais proferida na última década quando o tema é recursos humanos e bem-estar no trabalho. Mas não a podemos ignorar. Estamos sempre ligados: emails, chamadas, notificações de redes sociais – a toda a hora e em qualquer lugar. Mas quando é que estar sempre ligado se torna prejudicial para o colaborador e para o negócio?

Meio caminho andado para ter um local de trabalho mais feliz é ter uma equipa feliz. E para conseguir isso deve promover um maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional dos trabalhadores.

Empowerment

Um colaborador que sente que tem importância e que as suas ações podem mudar o rumo da empresa, para melhor, é também um colaborador mais feliz. Se sente confiança na equipa que contratou, permita-lhe que seja autónoma. Estabeleça objetivos e conseguirá dar autonomia à sua equipa sem sentir que está a perder o leme.

Oiça e aja quando necessário

Alguns dos maiores conflitos organizacionais são criados por falhas de comunicação.  Crie processos que permitam aos seus colaboradores comunicar de forma aberta e faça questão de ouvir aquilo que têm para dizer. Mas desengane-se que a comunicação é tudo. Na verdade é apenas metade da batalha. É importante que tome ações em relação aquilo que ouve.